É na saga do Padre Brown que Chesterton atinge o cume da beleza artística como se verá por este A Inocência do Padre Brown reunião de doze contos admiráveis e impecáveis, entre os quais, todavia, ouso destacar muito especialmente A Cruz Azul e O Martelo de Deus , é na saga do Padre Brown que Chesterton atinge o cume da beleza artística. Tudo aqui concorre para tal: um uso brilhante das aliterações e do ritmo permitidos pela língua inglesa; uma riqueza vocabular que vai de par com uma grande profundidade, digamos, retórica (em o Martelo de Deus, por exemplo, diz o Padre Brown: A humildade é a mãe dos gigantes); um humor (finíssimo) e um drama cuja mescla tem parentesco, por um lado, com o Cervantes de D. Quixote e, por outro, com o Dickens de tantas obras; metáforas usadas na medida certa e no momento certo; tudo sempre contra um pano de fundo cristão ao mesmo tempo leve e grave, como convinha com a ideia que Chesterton queria simbolizar por esta saga. O que o leitor tem agora nas mãos A Inocência do Padre Brown, primeiro livro da saga é um tesouro. É obra de arte pura e simplesmente perfeita, e contribui grandemente para sua formação global.
Sinopsis: Open Library
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